Senadores acreditam que ministro foi omisso no escândalo da Casa da Moeda
A oposição entrou na tarde desta terça-feira,14, com uma representação na Procuradoria-Geral da República contra o ministro da Fazenda, Guido Mantega. Democratas, PSDB, PSol e integrantes do PDT e PMDB acreditam que há fortes indícios de que Mantega sabia dos atos de improbidade administrativa praticados pelo ex-presidente da Casa da Moeda, Luiz Felipe Denucci.
“A conduta ímproba do Ministro da Fazenda se consubstancia na sua omissão quanto aos acontecimentos na Casa da Moeda, quais sejam, o esquema de corrupção comandado pelo presidente da empresa pública que é vinculada ao Ministério da Fazenda e seu consequente enriquecimento ilícito”, afirma a representação assinada pelos líderes Demóstenes Torres (Democratas-GO), Álvaro Dias (PSDB-PR) e Randolph Rodrigues (PSol-AP), e pelos senadores Aloysio Nunes (PSDB-SP), Pedro Taques (PDT-MT) e Jarbas Vasconcelos (PMDB-PE).
Ainda segundo o documento, “Guido Mantega sabia das acusações contra o chefe da Casa da Moeda e, mesmo após ter sido alertado oficialmente de que ele estava sendo investigado pela Receita e pela Polícia Federal, e, logo, que existiam robustos indícios de corrupção, o Ministro manteve Denucci no comando da Casa da Moeda, com isso dando causa à continuidade dos atos lesivos ao interesse público”.
É quase uma unanimidade: 9 em cada 10 brasileiros acham que os viciados em crack devem ser internados para tratamento mesmo que não queiram. É o que mostra pesquisa nacional do Datafolha feita na semana passada.
Questionados se um adulto dependente de crack deveria ser internado para tratar seu vício mesmo contra a vontade, 90% dos entrevistados disseram que sim.
A concordância é praticamente a mesma entre homens e mulheres e em todas as faixas etárias. Cai um pouco entre os moradores do Sul (86%), os que têm ensino superior (84%) ou renda acima de dez mínimos (79%).
A chamada internação involuntária (feita à revelia do paciente/viciado) é prevista na lei 10.216, de 2001, que trata de doentes mentais.
Ela exige a recomendação de um médico e que seja comunicado o Ministério Público em até 72 horas, para que se evitem abusos.
O tema voltou a criar polêmica com o lançamento, em dezembro, do plano federal de combate ao crack e com a ação da PM na cracolândia, iniciada no dia 3 pelo governo do Estado de São Paulo.
Especial sobre Joaquim Nabuco, apresentado por Ancelmo Gois e Vera Barroso e exibido pela TV Brasil em dia 25 de abril de 2010.
Em entrevista à Folha na segunda-feira, 26, o deputado Jean Wyllys comenta a minha participação no texto do PL 122 e me atribui responsabilidade sobre a parte refutada pelo movimento LGBT.
Como convidado, participei de três reuniões e apresentei sugestões: homicídio em decorrência da condição homossexual, a pena passará dos atuais 6 a 20 anos para 12 a 30 anos; sempre que um crime acontecer porque a vítima é homossexual, a pena será aumentada substancialmente.
Agora, é impossível calar igrejas para satisfazer homossexuais militantes. O STF já decidiu que é livre a manifestação do pensamento. O pregador tem o direito de externar sua interpretação da Bíblia. Se fizer apologia a crimes contra homossexuais, aí, sim, sua conduta estará tipificada.